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Contemporâneo · Mercado, finanças, negócios, economia
“Dinheiro não some — ele muda de bolso. A pergunta é: para qual bolso foi?”
Estratégia Empresarial e Finanças
O Boletim das Empresas Estatais Federais, divulgado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, mostra que 36% do conjunto fechou 2025 no vermelho. O resultado consolidado ainda é positivo, sustentado por meia dúzia de gigantes.
A carga tributária sobre bens e serviços no Brasil chega a 49,5 por cento da arrecadação total, contra média de 20,7 por cento da OCDE. Os 10 por cento mais pobres entregam 32 por cento da renda em tributo indireto.
O serviço da dívida federal consumiu R$ 780 bilhões em 2025, mais do que saúde e educação somadas. Com Selic em 14,75 por cento e dívida bruta em 78,9 por cento do PIB, o Brasil chega ao limite do espaço fiscal.
Cada ponto percentual da taxa básica adiciona R$ 65 bilhões à despesa anual com juros. Com Selic em 14,25%, o serviço da dívida consome mais que saúde, educação e segurança somadas.
Os dados do Instituto Nacional de Estadística y Censos mostram a inflação argentina acumulada em doze meses recuando de 211,4% em dezembro de 2023 para 47,9% em fevereiro de 2026. É a queda mais abrupta de inflação registrada em qualquer país sul-americano fora de cenário de hiperinflação corrigida por moeda nova. Análise fria do que funcionou — e do que continua não funcionando.
Singapura não tem salário mínimo nacional e mantém o terceiro maior PIB per capita do planeta. A análise do modelo revela uma combinação rara de abertura comercial, meritocracia administrativa e disciplina fiscal — com luzes e sombras que merecem leitura honesta.
Um único estado responde por um terço do produto interno bruto do país. Nos Estados Unidos, Alemanha, Índia e Canadá essa proporção seria ilegal, constitucionalmente corrigida ou politicamente insustentável. No Brasil, virou paisagem.
Big Four, Accenture, Deloitte, consultorias nacionais e boutiques de regulatório empregam 180 mil carteiras assinadas em Brasília. É o setor privado que mais cresce na capital — e o menos compreendido.
BRB Ventures, Biotic, Domo Invest, KPTL e Bossa Nova mantêm operação em Brasília. O motivo é simples: regulação acontece aqui, e GovTech é o segmento que mais cresce no venture capital brasileiro.
O Distrito Federal lidera o ranking de PIB per capita brasileiro desde 2004. Não é petróleo, não é indústria, não é exportação. É algo mais estranho — e estruturalmente difícil de copiar.
Resultado do Banco de Brasília supera em 38% o exercício anterior, ancorado em crédito consignado nacional, parceria com o Flamengo e carteira digital que ultrapassou 8 milhões de clientes fora do Distrito Federal.
Análise econômica da estrutura, dos salários e das diárias envolvidas em cada sessão do Supremo revela cifras que raramente aparecem nos balanços oficiais — e que colocam o tribunal brasileiro entre os mais caros do mundo em base comparada.
Tarifas recíprocas dos Estados Unidos ameaçam R$ 12 bilhões em exportações do agro. CEASA-DF registra alta nos hortifrútis e a cesta básica subiu 4,8% em março.
Brasília fechou 2025 com R$ 287 bilhões de PIB e o maior PIB per capita do país. Sem fábrica, sem porto, sem soja. Só conhecimento, regulação e capital humano caro.
Análise técnica do impacto da reforma tributária federal sobre o Distrito Federal. Perfil de serviços e funcionalismo público transforma a capital no maior perdedor relativo do novo IVA brasileiro.