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1469–1527 · Estratégia política, poder, alianças
“Os homens devem ser cativados ou eliminados, pois se vingam de ofensas leves; das graves não podem.”
Funcionário público da República de Florença (1498-1512)
A história ensina que o príncipe instável é mais temido pelos seus do que pelos inimigos. Ensaio sobre por que a coerência, mesmo dura, vale mais do que a esperteza que se contradiz a cada semana.
Governar sem maioria parlamentar não é exceção histórica. É a regra de quase toda república duradoura. Veneza, Florença e os Estados Unidos do início do século XIX ensinam três técnicas distintas de exercer poder sem dispor dele.
A história política guarda lugar especial para quem pagou o preço de medidas necessárias e impopulares. Um ensaio sobre virtù, fortuna e o esquecido valor da coragem administrativa.
Ensaio histórico sobre um padrão recorrente nas democracias modernas: toda vez que um governo se empenha em enfraquecer a imprensa que o critica, o resultado tende a ser exatamente o oposto do desejado.
Ensaio histórico sobre a relação inversa entre tamanho de gabinete e força efetiva de governo. De Veneza aos dias atuais, por que príncipes seguros governam com poucos conselheiros — e príncipes inseguros, com muitos.
Machiavelli observou em Florença que governantes com horizonte limitado agem com urgência e clareza, enquanto os que se imaginam eternos se perdem em consultas, cálculos e alianças. O fenômeno, descrito em O Príncipe, ilumina um padrão frequente na política contemporânea.
Ensaio sobre a erosão do capital político do terceiro mandato. Base no Congresso encolheu, reforma ministerial não estancou a sangria e a aprovação recuou. Leitura machiaveliana do desgaste.
Celina Leão assumiu o Governo do Distrito Federal em 30 de março de 2026 e executou uma sequência de movimentos políticos que nenhum estrategista consideraria acidental. Cada gesto foi calculado.