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Inovação, startups e transformação digital
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Em entrevista ao podcast de Dwarkesh Patel, Andrej Karpathy cunhou um contraponto que circulou no campo nas últimas semanas: o problema com a expressão 'ano do agente' não é o sentido, é a velocidade. Faltam, segundo ele, multimodalidade plena, uso de computador, aprendizado contínuo e memória — e isso leva uma década, não um trimestre. Tradução para o leitor brasileiro de uma das frases mais citadas do campo em 2026.
Em fevereiro de 2025, Karpathy popularizou o termo 'vibe coding' — programar largando o controle, abraçando a exponencial e esquecendo que o código existe. Em 2026, ele declarou o termo ultrapassado. O nome novo que defende é 'agentic engineering': não é programar 99% das vezes, é orquestrar agentes com supervisão, arte e expertise. Tradução do que mudou na cabeça dele — e do que isso significa para o programador brasileiro.
Em abril, Andrej Karpathy publicou um tweet que ficou viral entre desenvolvedores: 'Estou interessado em como será a era do software altamente sob medida.' Pouco depois, propôs uma ideia simples mas estranha — em vez de compartilhar código, compartilhe um arquivo de ideia. O agente de cada usuário cuida do resto. Tradução para o que isto significa para programadores, designers e até gestores brasileiros.
Andrej Karpathy publicou em fevereiro um tweet que circulou rapidamente entre desenvolvedores: 'Nunca me senti tão atrasado como programador. A profissão está sendo dramaticamente refatorada.' Em outro post, contou que passou de 80% manual / 20% agentes em novembro para 80% agente / 20% edição em poucos meses. Tradução para o programador brasileiro do que isso significa na prática.
Em entrevistas e tweets recentes, Andrej Karpathy repete uma metáfora que vale a pena tomar a sério. Diz que reinforcement learning, a família de técnicas que treina os agentes mais avançados de hoje, é como sugar a supervisão por um canudo. A trajetória inteira recebe um sinal final magro, único bit de recompensa, e esse sinal é propagado de volta a todos os passos. Funciona. Mas é, na palavra dele, ineficiente. Tradução do que essa frase significa para quem trabalha com IA agora.
Anatel certificou em 04 de abril que o Distrito Federal alcançou 94% de cobertura 5G em área urbana. Maior densidade de antenas por habitante do Brasil. Biotic vira polo de atração para startups de Stanford e Berkeley.
O DFnoPonto, aplicativo oficial de transporte público do Distrito Federal, chegou em março a 2,34 milhões de downloads somando Android e iOS, superando pela primeira vez o número de passageiros únicos por mês do Sistema de Transporte Público Coletivo. Com previsão em tempo real por GPS embarcado em 98% da frota, o aplicativo encerrou em 14 meses uma frustração que o brasiliense carregava há quase seis décadas: saber se o ônibus vai passar.
Brasília tem 47 eventos de tecnologia no calendário 2026, Game Hub incubando estúdios e ecossistema de startups crescente. O gargalo é capital de risco.
Parque Tecnológico Capital Digital, conhecido como Biotic, consolidou-se em 2025 como o terceiro maior ecossistema de startups do país em faturamento. Foram 280 empresas instaladas, 6.400 empregos diretos e R$ 920 milhões em receita agregada.
No Parque Tecnológico BIOTIC, em Granja do Torto, um galpão de 14 mil metros quadrados começou a operar com 4.200 GPUs e refrigeração a água gelada. A meta é processar quase um terço de toda a inferência de IA contratada pelo governo federal até 2028.
Connected Smart Cities 2026 coloca Brasília no pódio nacional. GDF na Sua Porta, videomonitoramento integrado e bilhetagem digital sustentam a posição. São Paulo e Curitiba lideram, mas a capital federal encurta a distância.
Decreto da governadora Celina Leão obriga digitalização total dos serviços do GDF até dezembro. Meta é tornar o Distrito Federal a primeira unidade da federação 100% digital, em contraste com a lentidão dos sistemas federais.