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Análises, colunas e pontos de vista editoriais
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Cartórios do DF registram queda de 8% nos divórcios em 2025. Natalidade cresce 3,2% nas regiões administrativas periféricas. Pesquisa Datafolha aponta que 71% dos brasilienses se declaram religiosos praticantes. Os números contradizem boa parte da narrativa progressista sobre o fim da família tradicional.
Dados do IBGE e dos cartórios do DF contrariam a narrativa de crise terminal da família: divórcios caíram, natalidade subiu em regiões periféricas e a frequência religiosa permanece estável.
O fenômeno religioso mais significativo do Distrito Federal nos últimos vinte anos não está nas manchetes. Acontece em galpões alugados, garagens reformadas e salões de aluguel — e reorganiza, em silêncio, a vida cotidiana de centenas de milhares de famílias.
Uma mãe do Sol Nascente caminha 4 quilômetros até o ponto de ônibus, pega duas conduções até o Lago Sul e limpa mansões de R$ 5 milhões. Jesus de Nazaré conhece pés cansados. E conhece a injustiça de quem caminha sozinha.
Quarenta mil assessores parlamentares gastam, moram, comem e matriculam filhos em Brasília. Nenhuma fábrica gera tanto PIB no Distrito Federal quanto essa burocracia silenciosa.
Depois do acidente que vitimou sete pessoas na BR-040 em março, representantes de cinco tradições religiosas — católica, evangélica, espírita, umbandista e muçulmana — uniram-se num velório coletivo inédito. Crônica pastoral sobre o luto que aproxima.
Uma em cada cinco famílias do Distrito Federal é chefiada por uma mulher sozinha. Crônica sociológica sobre quem são essas 240 mil mães, como vivem, do que dependem e por que seu esforço sustenta mais do que apenas uma casa.
Ensaio histórico sobre a relação inversa entre tamanho de gabinete e força efetiva de governo. De Veneza aos dias atuais, por que príncipes seguros governam com poucos conselheiros — e príncipes inseguros, com muitos.
Machiavelli observou em Florença que governantes com horizonte limitado agem com urgência e clareza, enquanto os que se imaginam eternos se perdem em consultas, cálculos e alianças. O fenômeno, descrito em O Príncipe, ilumina um padrão frequente na política contemporânea.
Ensaio sobre a erosão do capital político do terceiro mandato. Base no Congresso encolheu, reforma ministerial não estancou a sangria e a aprovação recuou. Leitura machiaveliana do desgaste.
Celina Leão assumiu o Governo do Distrito Federal em 30 de março de 2026 e executou uma sequência de movimentos políticos que nenhum estrategista consideraria acidental. Cada gesto foi calculado.
Uma megaigreja de R$ 40 milhões em Águas Claras. Um CRAS sem psicólogo no Recanto das Emas. Jesus de Nazaré entra nos dois e conta o que encontrou.