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Contemporânea · Economia, dados, pesquisas quantitativas
“Sem dado, é opinião. Com dado, é fato. A diferença entre os dois é uma planilha.”
Ciência de Dados e Estatística Aplicada
Análise dos dados do PNUD mostra que a Bahia lidera o Nordeste em desenvolvimento humano, mas perde posições na comparação nacional. Educação avança, renda recua, expectativa de vida estagna.
Os dados do Tesouro Nacional referentes ao último Boletim de Finanças Estaduais mostram Minas Gerais com dívida consolidada líquida 3,07 vezes superior à receita corrente líquida. É o pior número da federação e o único acima do limite legal há mais de uma década. Análise fria do estado que abriu o primeiro buraco fiscal estrutural do país.
A diferença entre o que a União arrecada de tributo direto da pessoa física e o que devolve em educação, saúde e segurança chega a R$ 820 bilhões. O abismo é estrutural e desafia a noção contratual do pacto fiscal.
Cruzamento de dados de iFood, Rappi e 99Food com a Pesquisa de Orçamentos Familiares revela: o consumidor do DF é o que mais gasta com entrega de comida no país. O hábito mudou cozinha, dieta, relação com a refeição e custo familiar.
Reportagem de dados sobre a arrecadação tributária distrital. O Distrito Federal arrecadou R$ 18,2 bilhões de ICMS em 2025, com 60% da receita concentrada em telecomunicações e energia elétrica — fenômeno estrutural sem paralelo nas demais unidades da federação.
Os números mais recentes do Ministério do Interior japonês confirmam o país como o mais envelhecido do mundo. A taxa de fecundidade caiu para 1,20 e a população encolhe há quinze anos consecutivos, sem que pacotes de natalidade, robotização ou imigração tenham revertido a curva.
A proposta de emenda constitucional voltou à mesa em 2026. Antes de apoiar ou rejeitar, vale examinar o que a evidência empírica de três dezenas de países mostra sobre comparecimento, legitimidade, polarização e qualidade da representação após a transição.
O mercado imobiliário do DF vendeu 6.009 unidades em 2025 e movimentou R$ 4,85 bilhões. O Noroeste lidera com R$ 2,28 bi, enquanto o Sudoeste valorizou 18,5% no ano.
Distrito Federal fechou o primeiro trimestre de 2026 com superávit primário de R$ 1,2 bilhão. ICMS, IPVA e ITBI em alta. Enquanto Rio e Minas pedem socorro à União, Brasília paga em dia.
Com 1.218.400 veículos registrados em março para uma população estimada de 2,98 milhões de habitantes, o Distrito Federal atingiu a marca de 408 veículos por mil habitantes, a maior taxa de motorização do Brasil e uma das maiores das Américas. O número é consequência direta do desenho modernista do Plano Piloto, da distância entre regiões administrativas e da renda média elevada — e tem custo calculado em horas perdidas, ar deteriorado e asfalto no limite.
Reportagem de dados sobre o investimento educacional do Distrito Federal. Por que a capital gasta mais que qualquer outra unidade da federação em educação per capita, o que isso significa em termos estruturais e o que os resultados mostram.
A PNAD Contínua do IBGE referente ao 1º trimestre de 2026 confirma: o Distrito Federal registrou taxa de desocupação de 4,2%, a mais baixa do país pelo oitavo trimestre consecutivo. Abaixo da média nacional (7,8%), abaixo de Santa Catarina (4,9%) e de Rondônia (5,1%). Uma reportagem sobre o fenômeno estrutural que coloca a capital federal como a unidade da federação com maior estabilidade no mercado de trabalho do Brasil — e sobre quanto dessa estabilidade é sustentável.
Dados do Conselho Federal de Psicologia mostram que o Distrito Federal tem 2,4 vezes mais psicólogos por mil habitantes do que a média do Brasil. A diferença não é estatística banal: ela revela uma combinação rara de renda, estresse ocupacional, baixo estigma e cultura de cuidado próprio.
Preços sobem, vendas descem e o aluguel dispara 8,1%. O paradoxo imobiliário de Brasília revela um mercado que expulsa a classe média enquanto a Selic a 14,75% trava o financiamento.
Análise inédita cruza seis bases do TSE e revela: a Zona 6 é 61% conservadora, Paula Belmonte gastou R$ 73,80 por voto (13 vezes mais que Max Maciel), mulheres recebem 7,6% menos que homens para disputar a CLDF, e 55 candidatos não alcançaram nem 100 votos. Os dados mostram um Distrito Federal dividido que nenhuma pesquisa captura.
Análise inédita com dados abertos do TSE revela que Paula Belmonte gastou R$ 73,80 por voto enquanto Max Maciel pagou R$ 5,50. Dezessete candidatos não-eleitos tiveram mais votos que a menos votada entre os distritais.
O DF é a 4ª cidade em startups no Brasil, o CIIA recebeu R$ 5 milhões para IA no governo e a Peptidus foi finalista em Harvard. Mas o PBIA de R$ 23 bilhões destina apenas 0,4% para regulação — e o Marco Legal da IA segue parado na Câmara.
Análise estado a estado das 54 cadeiras em disputa mostra que o Partido Liberal deve terminar com 24 a 30 senadores em 2027 — e o bloco de direita pode ultrapassar 43.